HABITAÇÕES DA CIDADE PATRIMÓNIO RECEBEM COZINHAS E CASAS DE BANHO

A intervenção do Município, se visou dotar as casas do mínimo de conforto para os seus habitantes, de modo a valorizar as condições de habitabilidade, tornando-as dignas de um Centro Histórico, teve também em conta recuperar e reabilitar casas que se encontravam bastante degradadas. “”A Cidade Velha tem de ser um brinco”, disse o Presidente Manuel de Pina na cerimónia. Que assim seja!

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JOÃO LOPES FILHO APRESENTA LIVRO NA CIDADE VELHA

“Crónicas do Tempo que Passou”, de João Lopes Filho, editado pelo Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro, é lançado no próximo dia 20, às 18 horas, sexta-feira, no Real Tours/Terreiro da Cultura, Cidade Velha, com o apoio da Câmara Municipal da Ribeira Grande de Santiago.

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BLOG DE ESTUDANTES DA RIBEIRA GRANDE DE SANTIAGO “MOSTRA” O SEU ENCONTRO EM COIMBRA

As dúvidas levantadas ao quantitativo enunciado têm uma explicação: os duvidantes parecem esquecer que, neste momento, para além dos bolseiros pelo Estado, há bolseiros pela Câmara Municipal da Ribeira Grande de Santiago, que estudam ao abrigo de acordos entre o Município e universidades portuguesas, aos quais se juntam estudantes do ensino profissional, em formação em Portugal, também ao abrigo de acordos entre a Câmara e escolas profissionais profissionais portuguesas (caso da Magestil). De referir que, entre os numerosos alunos oriundos da Ribeira Grande de Santiago, há muitos já na fase de mestrado

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NOVAS PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO PARA A CIDADE VELHA

Uma delegação da Câmara Municipal da Ribeira Grande de Santiago, chefiada pelo presidente Manuel de Pina, esteve em Portugal no início deste mês. O balanço, extremamente positivo, dessa viagem é agora divulgado em nota informativa da autarquia, que reproduzimos na íntegra.

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“O PRINCIPAL PATRIMÓNIO SÃO AS PESSOAS”

Manuel de Pina, Presidente da Câmara Municipal de Ribeira Grande de Santiago. Foto: Liberal

Manuel de Pina, Presidente da Câmara Municipal de Ribeira Grande de Santiago. Foto: http://liberal.sapo.cv

Em linguagem simples e mensagens muito terra-a-terra, o presidente da CM da Ribeira Grande de Santiago, Monteiro de Pina, foi a Coimbra dizer a uma centena de estudantes ribeira-grandenses em Portugal que o seu Município conta com eles para o processo de desenvolvimento: que todos são necessários e que na Cidade Velha não há discriminações. Recusando enveredar por críticas ao Governo, ao IIPC e à Comissão Instaladora do Município, o autarca deixou claro que “está tudo por fazer”. Ficou também claro que a Câmara não deixará cair a bandeira da luta pelo reconhecimento do estatuto de Património da Humanidade, mas que o principal património da Ribeira Grande de Santiago são as suas gentes.

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RIBEIRA GRANDE DE SANTIAGO RECOLHEU APOIOS EM PORTUGAL

Passagem por quatro Câmaras portuguesas, além da Associação Nacional dos Municípios Portugueses; visitas a empresas e a estabelecimentos de ensino; encontros com estudantes – oito dias quase frenéticos por terras portuguesas, promovendo a imagem da Cidade Velha, buscando apoios, abrindo portas a parcerias. Manuel Monteiro de Pina não teve descanso em Portugal. Regressa hoje a Cabo Verde com a mala cheia de entendimentos que vão ter resultado prático a muito curto prazo.

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CÂMARA DA RIBEIRA GRANDE DE SANTIAGO RECUSA PARTICIPAR NO CONSELHO DE GESTÃO E RECORRE PARA O SUPREMO E (PROVAVELMENTE) PARA A UNESCO

Mal a decisão do Conselho de Ministros de ontem foi conhecida, Liberal quis saber a reacção da Câmara Municipal da Ribeira Grande de Santiago. Na ausência do presidente Manuel de Pina, um informador da autarquia foi peremptório: “tanto quanto sabemos, o Governo validou o inaceitável, a proposta do IIPC. E fê-lo em condições eticamente reprováveis, onde uma vez mais a má-fé foi nota dominante. A Câmara não pactuará. A partir de agora, manda a experiência que nenhuma confiança tenhamos em qualquer eventual tentativa de acordo que venha dessa parte. A decisão da Câmara é simples, é óbvia, e era pré-conhecida tanto pelo IIPC, como pelo Governo: a Câmara não participará no aberrante Conselho de Gestão agora determinado pelo Governo. Mais: a Câmara irá recorrer para o Supremo Tribunal de Justiça, suscitando a constitucionalidade dos diplomas. E não é de excluir, é mesmo uma forte possibilidade, que a Câmara recorra para a própria UNESCO, fundamentando as suas razões, se é que elas não são já conhecidas pela própria UNESCO”.

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